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terça-feira, 14 de abril de 2009
Destaque Abril - Agostinho Ricon Peres
A casa comercial na Rua de Cândido dos Reis assume-se como o maior depósito de máquinas, ferramentas e acessórios para todas as indústrias.
Os jornais da época descrevem as máquinas como a última palavra em qualidade e em preço.
Em 1936, é inaugurada as novas instalações da casa comercial na Rua 31 de Janeiro nº184A, com entrada também pela Rua da Madeira 125-133, com boas críticas pela sua "arrojada iniciativa de dotar o Porto com um modelar estabelecimento no género de máquinas e ferramentas".
Agostinho Ricon Peres será um nome associado a uma histórica casa comercial especializada em máquinas industriais, acessórios e ferramentas, e, ainda, a várias obras sociais, benemérito do Asilo do Terço, Cruz Vermelha entre outros organismos.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Manoel Alves Soares - um homem de visão

"Se a persistência, se o esforço de trabalho constante (...) se deve considerar, com justa razão, uma qualidade de excepcional mérito, bem pode afirmar-se que Alves Soares possuía esse predicado em toda a sua plenitude."
O Primeiro de Janeiro,12 de Dezembro de 1941
O Primeiro de Janeiro,12 de Dezembro de 1941
Manoel Alves Soares - uma figura de destaque no comércio e indústria portuenses durante mais de duas décadas. Nasceu em 1879 e começou a trabalhar, aos 18 anos, como marçano num armazém de mercearias, tendo mais tarde assumido a sua direcção. Aos 25 anos, criou a firma comercial Manoel Alves Soares dedicada à comercialização de produtos alimentares.
Para além da sua faceta inovadora na área comercial, Manoel Alves Soares destacou-se no ramo industrial.
Em 1918, compra a Fábrica de Fiação e Tecidos da Areosa, juntamente com Manoel Pinto de Azevedo, Henrique Nogueira de Oliveira e Manoel Caetano de Oliveira. Os investimentos feitos por este grupo de pessoas não paravam por aqui: estão envolvidos na Administração de O Primeiro de Janeiro, tiveram uma participação no Banco Aliança e, ainda, na Empresa de Melhoramentos do Norte.
Manoel Alves Soares destaca-se, ainda, pela sua participação na Empresa Fabril do Norte, Lda - uma das fábricas têxteis mais emblemáticas do norte do país, e, também, na criação do Interposto Comercial e Industrial do Norte.
No que diz respeito ao seu carácter benemérito, Alves Soares era um cidadão atento às necessidades da sua vila natal - Cucujães, onde mandou construir um Hospital. Deixou, em testamento, dinheiro a diversas Misericórdias entre muitas outras entidades de assistência.
Manoel Alves Soares faleceu em 1941, mas a sua vida "grangeou-lhe consideração especial de pessoas que reconhecem a sua actividade proveitosa no comércio e indústria."
Para além da sua faceta inovadora na área comercial, Manoel Alves Soares destacou-se no ramo industrial.
Em 1918, compra a Fábrica de Fiação e Tecidos da Areosa, juntamente com Manoel Pinto de Azevedo, Henrique Nogueira de Oliveira e Manoel Caetano de Oliveira. Os investimentos feitos por este grupo de pessoas não paravam por aqui: estão envolvidos na Administração de O Primeiro de Janeiro, tiveram uma participação no Banco Aliança e, ainda, na Empresa de Melhoramentos do Norte.
Manoel Alves Soares destaca-se, ainda, pela sua participação na Empresa Fabril do Norte, Lda - uma das fábricas têxteis mais emblemáticas do norte do país, e, também, na criação do Interposto Comercial e Industrial do Norte.
No que diz respeito ao seu carácter benemérito, Alves Soares era um cidadão atento às necessidades da sua vila natal - Cucujães, onde mandou construir um Hospital. Deixou, em testamento, dinheiro a diversas Misericórdias entre muitas outras entidades de assistência.
Manoel Alves Soares faleceu em 1941, mas a sua vida "grangeou-lhe consideração especial de pessoas que reconhecem a sua actividade proveitosa no comércio e indústria."
Fonte: MALAQUIAS, J. Ferreira - Manoel Alves Soares 1879-1979: o Homem e suas obras. [s.l.] [s.d.]
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